terça-feira, 13 de novembro de 2018

Vídeo sobre vulcões, no Painel do Coronel Paim

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Após passar por Cuba, furacão Matthew segue para Bahamas e EUA


Nove pessoas morreram na passagem pelo Haiti e Rep.Dominicana.
EUA se prepara para a chegada do fenômeno natural.

Do G1, em São Paulo
Moradora Guantánamo, em Cuba, se protege da chuva com saco plástico na passagem do furacão, na terça-feira (4) (Foto: Alexandre Meneghini/ Reuters)Moradora Guantánamo, em Cuba, se protege da chuva com saco plástico na passagem do furacão, na terça-feira (4) (Foto: Alexandre Meneghini/ Reuters)
O furacão Matthew atingiu o leste de Cuba na terça-feira (4) e provocou a retirada de 1,3 milhão de pessoas de suas casas. Ele segue nesta quarta-feira (5) para Bahamas e para os Estados Unidos. Na República Dominicana e Haiti, o furacão deixou nove mortos, segundo a France Presse.

De categoria 4 na escala Saffir-Simpson (1 a 5), o Matthew tocou a terra no extremo oriente deCuba pouco antes das 19h de terça-feira (20h de Brasília), com ventos de até 220 km/h.
Nesta quarta, ele foi rebaixado para a categoria 3 no início desta quarta, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC), com sede em Miami, de acordo com a Reutes.
Segundo a CNN, a ilha ainda sentia os efeitos do furacão  nesta manhã. A AFP informou que há previsão de chuvas intensas e inundações, segundo o presidente do Conselho de Defesa Municipal de Baracoa (departamento de Guantánamo), Tony Matos. As ondas podem chegar até quatro metros de altura.
A chegada de Matthew forçou a retirada de mais de 1,3 mil cubanos de suas casas.

Além de Guantánamo, as províncias Santiago de Cuba, Camagüey, Holguín, Granma e Las Tunas também estão em alerta.

O Matthew representa o maior desafio ao sistema de alerta e prevenção de emergências de Cuba desde 2012, quando o furacão Sandy (categoria 2) deixou 11 mortos e provocou grande destruição em Santiago de Cuba, de acordo com a France Presse.
 
Pessoas passam por rua inundada e cheia de lixo durante a passagem do furacão Matthews por Porto Príncipe, no Haiti (Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters)Pessoas passam por rua inundada e cheia de lixo durante a passagem do furacão Matthews por Porto Príncipe, no Haiti (Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters)
Haiti
O furacão Matthew deixou cinco no Haiti, país mais pobre das Américas. A região sul do país ficou isolada na terça, após a queda de uma ponte na estrada Route Nationale 2, que liga esta parte do país com a área da capital Porto Príncipe.

O Ministério do Interior anunciou a retirada de 9.280 pessoas foram retiradas de suas casas. "Por enquanto, é impossível fazer um balanço e conhecer a extensão da destruição causada pela passagem do ciclone", disse porta-voz da Defesa Civil, Edgar Celestin. 

"É a pior tempestade que o Haiti sofre em décadas, e todos os danos serão, sem dúvida, significativos. Mais de quatro milhões de crianças podem estar expostas aos estragos do furacão", declarou o representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Haiti, Marc Vincent.
O furacão atingiu a cidade de Anglais por volta das 7h locais (8h, horário de Brasília) com ventos máximos de 230 km/h, informou o NHC, com sede em Miami
A Agência para o Desenvolvimento Internacional (AID) dos Estados Unidos enviou uma equipe de elite de resposta a desastres para Bahamas, Haiti e Jamaica, segundo a France Presse.

República Dominicana
Na República Dominicana, quatro pessoas morreram. O Centro de Operações de Emergências (COE) informou que mais de 8,5 mil pessoas foram obrigadas a abandonar suas casas em Santo Domingo e nas províncias próximas da fronteira com o Haiti.

EUA se prepara
O furacão pode alcançar o sudeste dos Estados Unidos, onde os governos da Flórida e da Carolina do Norte decretaram estado de emergência. Já a Carolina do Sul ordenou a evacuação do litoral a partir de quarta-feira.
"Nosso objetivo é que a população se situe a pelo menos 150 km da costa", declarou a governadora da Carolina do Sul, Nikki Haley.
Diante da possibilidade da chegada de Matthew, o presidente Barack Obama decidiu adiar um ato previsto para esta quarta-feira, em Miami, com a candidata democrata Hillary Clinton.

Postado por Carlos PAIM

sábado, 1 de outubro de 2016

Vulcão Santiaguito da Guatemala lança cinzas a 4 mil metros


Vulcão Santiaguito está em constante atividade.
Ele entrou em erupção às 8h08 locais (11h08 de Brasília),

Da Agência Efe
Vulcão Santiaguito está em constante atividade (Foto: Guatemala's National Seismological Institute/AP)Vulcão Santiaguito está em constante atividade (Foto: Guatemala's National Seismological Institute/AP)





















O vulcão Santiaguito da Guatemala, que está em constante atividade, lançou uma coluna de cinza que alcançou 4 mil metros sobre o nível do mar.
O porta-voz da Coordenadora Nacional para a Redução de Desastres (Conred), David de León, informou que esta explosão foi a 79ª neste ano, sendo o período de atividade mais forte do vulcão em abril e maio passado.
O Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia e Hidrologia (Insivumeh) disse que o vulcão teve a erupção às 8h08 locais (11h08 de Brasília), com estrondos internos e fluxos piroclásticos que descem pelos flancos oeste e sudoeste.
Devido a tal situação, o vulcão, que está situado no departamento de Quetzaltenango, pode lançar cinzas em áreas de São Felipe, Mazatenango e Retalhuleu. Por isso que, é recomendável não permanecer em suas cercanias e cobrir as caixas de água potável.
O Santiaguito e o vulcão de Fuego, situado entre os departamentos de Escuintla, Chimaltenango e Sacatepéquez, e o de Pacaya, localizado em Palín (sul), são os mais ativos dos 32 localizados na Guatemala.
Postado por Carlos PAIM

terça-feira, 10 de maio de 2016

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Tempestade destrói ponte e deixa bairro totalmente isolado em SP

Nível do rio subiu bastante e inundou estrada em Itaóca, no interior de SP.
Segundo a Defesa Civil, há previsão de chuvas para o fim de semana.

Mariane Rossi Do G1 Santos
Chuva destruiu ponte e isolou bairro em Itaoca (Foto: Ivan Edson / Arquivo Pessoal) 
Chuva destruiu ponte e isolou bairro em Itaoca (Foto: Ivan Edson / Arquivo Pessoal)
O nível do Rio Gurutuba subiu e a água da chuva destruiu uma ponte e invadiu uma estrada após uma forte tempestade, na madrugada desta sexta-feira (9), em Itaóca, cidade que fica na região do Alto Ribeira, no interior de São Paulo.
A chuva fez o nível do Rio Gurutuba subir e avançar pela estrada, impedindo a passagem de veículos. Além disso, a água também passou em cima de uma ponte de passagem, isolando totalmente o bairro Pavão, responsável pela ligação com outros pontos da cidade.
Estrada ficou completamente alagada em Itaóca (Foto: Ivan Edson / Arquivo Pessoal) 
Estrada ficou completamente alagada em Itaóca (Foto: Ivan Edson / Arquivo Pessoal)
De acordo com a Prefeitura de Itaóca, houve apenas registros de pontos de inundação na área rural no município, mais precisamente no bairro Gurutuba, mas não há desabrigados. Os funcionários trabalham para avaliar a situação da ponte e consertá-la. Por volta das 11h permanecia chovendo na cidade e a situação era de alerta.
Segundo a Defesa Civil do Estado de São Paulo, as chuvas que atingiram Itaóca são decorrentes da aproximação de uma frente fria, que causam áreas de instabilidade na região. A estação do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais registrou o acumulado de 60 mm em 24 horas. Ainda segundo a Defesa Civil, há previsão de chuvas para o fim de semana, em razão da frente fria, e devem diminuir a partir da terça feira (13).
Grande enchente
A cidade de Itaóca sofreu com uma forte enchente em janeiro de 2014, que deixou famílias desalojadas, 25 pessoas mortas e duas crianças desaparecidas que nunca foram encontradas.
Ponte ficou bastante danificada após temporal (Foto: Ivan Edson / Arquivo Pessoal) 
Ponte ficou bastante danificada após temporal (Foto: Ivan Edson / Arquivo Pessoal)

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Conheça o mamífero que sobreviveu à extinção dos dinossauros

Kimbetopsalis simmonsae, como foi chamada a recém-descoberta espécie, era herbívoro e se assemelhava a um castor

5 out 2015 07h11
atualizado às 11h05


Uma equipe de cientistas descobriu uma espécie de mamífero pré-histórico que sobreviveu ao evento que levou à extinção dos dinossauros. Os remanescentes dessa criatura grande e que se assemelha a um roedor, fornece pistas sobre como os mamíferos "dominaram" a Terra após o desaparecimento quando os dinossauros desapareceram.
Fóssil do animal, que se assemelha a um castor, foi encontrado nos Estados Unidos
Fóssil do animal, que se assemelha a um castor, foi encontrado nos Estados Unidos
Foto: Divulgação/BBC Brasil
Kimbetopsalis simmonsae, como foi chamada a recém-descoberta espécie, era herbívoro e se assemelhava a um castor. A descoberta foi divulgada na publicação científica britânica Zoological Journal of the Lennean Society.
O paleontólogo que liderou a pesquisa, Stephen Brusatte, da Universidade de Edinburgo, contou que o fóssil foi descoberto por uma aluna, Carissa Raymond, enquanto trabalhava em uma área de prospecção em Novo México, nos Estados Unidos. "Percebemos rapidamente que esse era um tipo de mamífero totalmente novo, que ninguém conhecia antes", disse Stephen à BBC.
Os pesquisadores ficaram intrigados com os dentes do animal, que eram especializados em mascar plantas, com complicadas linhas de pontas agudas na parte traseira e, na parte da frente, incisivos para roer.
Foto: Divulgação/BBC Brasil
Esse grupo de mamíferos, coletivamente conhecido como multituberculata, teve origem juntamente com os dinossauros, durante o período Jurássico, e prosperou durante mais de 100 milhões de anos até serem aparentemente substituídos por roedores. "(Durante o período Jurássico) esses animais eram bem pequenos", disse Stephen. "Então a colisão de um meteorito acabou com os dinossauros e de repente, em termos geológicos, esse grupo de animais começou a crescer e a se proliferar. Foi assim que começou a ascensão dos mamíferos. E o resultado disso é nós estarmos aqui hoje."
Os cientistas afiram que esta e outras descobertas ajudam a formar o cenário sobre como os mamíferos sobreviveram ao evento que causou a extinção dos dinossauros. "Muitos mamíferos morreram, mas esse grupo específico acabou se saindo bastante bem", afirmou o pesquisador. "O mundo mudou em um dia. Literalmente."
"A colisão do asteroide e os dinossauros sendo extintos. Parecia que os mamíferos estava apenas esperando a vez deles e, assim que os dinossauros desaparecerem, eles prosperaram."

Chega a 11 número de mortos e 223 feridos devido ao tufão Mujigae na China

5 out 2015 13h50

Pelo menos 11 pessoas morreram e 223 ficaram feridas devido às fortes tempestades e vendavais causados pelo tufão Mujigae no litoral sul da China, informou nesta segunda-feira pela agência oficial "Xinhua".
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A província de Cantão, a primeira em cujo litoral o tufão chegou ontem, é a mais afetada, já que se foi sacudida por fortes tornados que causaram a maior parte das vítimas e deixaram sem abastecimento de água e de energia cidades como Zhanjiang durante horas.
Quatro das vítimas morreram no distrito de Fanzhu, associado à capital da província, também chamada de Cantão, enquanto outras seis vítimas eram da vizinha cidade de Foshan e a outra foi atingida por uma árvore em Nanning, capital da região autônoma de Guangxi.
O Mujigae obrigou a evacuação de quase 80 mil pessoas e destruiu mais de 740 casas. Mais de 4,5 milhões de pessoas se viram afetadas pelo tufão, que em Cantão e Guangxi causou perdas econômicas superiores aos US$ 2 bilhões, de acordo com a "Xinhua".
O tufão veio na semana de férias na qual a China comemora o Dia Nacional, por isso que afetou viajantes que estavam na região, como mais de 500 que ficaram isolados na ilha de Fangji, um destino popular, e que tiveram que ser resgatados.
Vários serviços ferroviários e alguns aeroportos do sul do país cancelaram suas viagens nos últimos dois dias devido ao Mujigae, 22º tufão que castiga a China neste ano.