sábado, 14 de janeiro de 2012
sábado, 17 de dezembro de 2011
Tempestade já causou 440 mortes nas Filipinas, diz Cruz Vermelha (Postado por Lucas Pinheiro)
O número de vítimas da tempestade tropical Washi que devastou o sul das Filipinas subiu para 440 mortos neste sábado (17), informou a Cruz Vermelha.
Entre os locais mais afetados estão a cidade de Cagayan de Ouro, onde foram registrados 215 mortos, e na cidade de Iligan, onde morreram 144 pessoas, informou o secretário-geral da Cruz Vermelha filipina.
Ao menos outras 260 pessoas estão desaparecidas, principalmente na região sul.
O Exército atua com 10 mil soldados e três helicópteros nas operações de resgate em Cagayan de Oro, enquanto uma segunda divisão faz o mesmo trabalho em Iligan. Além disso, navios da Marinha, da guarda-costeira e da frota pesqueira se coordenam para localizar as pessoas dadas por desaparecidas.
Cerca de 20 mil soldados foram mobilizados em uma vasta operação na costa norte da ilha de Mindanao.
O chefe das Forças Armadas, o tenente-general Jessie Dellosa, disse que os soldados seguem em busca de mais vítimas em Cagayan de Oro.
Dezenas de milhares de pessoas buscaram refúgio em zonas mais altas de Mindanao. Cerca de 20 mil pessoas já estão em abrigos. A cidade de Cagayan de Oro amanheceu sem serviço elétrico.
O governo filipino declarou estado de calamidade apenas em Iligan, por enquanto. O prefeito de Iligan, Lawrence Cruz, disse que a tempestade provocou "a pior inundação na história de nossa cidade", em declarações à televisão GMA. "Aconteceu muito rápido, quando as pessoas dormiam", completou.
A televisão mostrou imagens de uma família saindo por uma janela de casa e equipes de resgate levando sobreviventes a uma região segura, com a água no nível do peito.
"A maioria das pessoas estava dormindo quando a água da enchente chegou, às 2h30 da manhã (16h30 de Brasília de sexta-feira)", disse à imprensa em Manila Benito Ramos, chefe do escritório de gestão de desastres.
A tempestade Washi, com ventos de 65 km/h e copiosas chuvas, mantém neste sábado seu curso através de Mindanao, a caminho do mar de Jolo, segundo o serviço meteorológico filipino.
Mais de 100 pessoas morreram nas Filipinas em setembro e outubro como consequência da passagem consecutiva dos tufões "Nesat" e "Nelgae" pela região norte do país.
Entre os locais mais afetados estão a cidade de Cagayan de Ouro, onde foram registrados 215 mortos, e na cidade de Iligan, onde morreram 144 pessoas, informou o secretário-geral da Cruz Vermelha filipina.
Ao menos outras 260 pessoas estão desaparecidas, principalmente na região sul.
O Exército atua com 10 mil soldados e três helicópteros nas operações de resgate em Cagayan de Oro, enquanto uma segunda divisão faz o mesmo trabalho em Iligan. Além disso, navios da Marinha, da guarda-costeira e da frota pesqueira se coordenam para localizar as pessoas dadas por desaparecidas.
Cerca de 20 mil soldados foram mobilizados em uma vasta operação na costa norte da ilha de Mindanao.
O chefe das Forças Armadas, o tenente-general Jessie Dellosa, disse que os soldados seguem em busca de mais vítimas em Cagayan de Oro.
Dezenas de milhares de pessoas buscaram refúgio em zonas mais altas de Mindanao. Cerca de 20 mil pessoas já estão em abrigos. A cidade de Cagayan de Oro amanheceu sem serviço elétrico.
O governo filipino declarou estado de calamidade apenas em Iligan, por enquanto. O prefeito de Iligan, Lawrence Cruz, disse que a tempestade provocou "a pior inundação na história de nossa cidade", em declarações à televisão GMA. "Aconteceu muito rápido, quando as pessoas dormiam", completou.
A televisão mostrou imagens de uma família saindo por uma janela de casa e equipes de resgate levando sobreviventes a uma região segura, com a água no nível do peito.
"A maioria das pessoas estava dormindo quando a água da enchente chegou, às 2h30 da manhã (16h30 de Brasília de sexta-feira)", disse à imprensa em Manila Benito Ramos, chefe do escritório de gestão de desastres.
A tempestade Washi, com ventos de 65 km/h e copiosas chuvas, mantém neste sábado seu curso através de Mindanao, a caminho do mar de Jolo, segundo o serviço meteorológico filipino.
Mais de 100 pessoas morreram nas Filipinas em setembro e outubro como consequência da passagem consecutiva dos tufões "Nesat" e "Nelgae" pela região norte do país.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Vulcão em erupção é atração de acampamento turístico no Congo (Postado por Erick OLiveira)
Um parque nacional na República Democrática do Congo criou uma trilha que termina com os turistas passando a noite de frente para um vulcão em erupção.
Os administradores do Parque Nacional de Virunga, no leste do país dizem que a vista é uma oportunidade rara para os visitantes, que podem ver de perto as lavas do vulcão Nyamulagira, que entrou em erupção no início do mês.
Com a ajuda de um especialista do Observatório Vulcanológico de Goma (GVO, na sigla em inglês), o parque organizou uma área de camping considerada segura nas proximidades do vulcão.
A caminhada dura de três a quatro horas. O primeiro grupo a atingir a base perto do vulcão, trazido por uma operadora da Tanzânia, descreveu a experiência como 'além de todas as expectativas'.
Em 1989, uma erupção semelhante do Nyamulagira durou nove meses. Em janeiro de 2010, o Nyamulagira também entrou em erupção, mas por apenas alguns dias.
De acordo com o parque, as lavas aumentaram em intensidade, e são emitidas do interior do vulcão em colunas que superam os 200 metros de altura.
'Esta é definitivamente a erupção mais espetacular do Nyamulagira que eu já vi', disse o especialista do GVO que ajudou a escolher o local das tendas, Dario Tedesco.
'As lavas chegam a 200 metros, 300 metros, a proximidade e a disposição do campo, e o show incrível das luzes da lava incandescente tornam tudo muito especial.'
Devastada por 12 anos de conflito civil e instabilidade política, a República Democrática do Congo tem dedicado grande parte de suas atenções a reviver o turismo no país.
A maior atração do parque Virunga são os gorilas da montanha, consideradas uma espécie em risco de extinção no mundo. Estima-se que existem cerca de 790 sobreviventes, sendo que 480 estão na área de conservação entre o Congo, Ruanda e Uganda.
Os administradores do Parque Nacional de Virunga, no leste do país dizem que a vista é uma oportunidade rara para os visitantes, que podem ver de perto as lavas do vulcão Nyamulagira, que entrou em erupção no início do mês.
Com a ajuda de um especialista do Observatório Vulcanológico de Goma (GVO, na sigla em inglês), o parque organizou uma área de camping considerada segura nas proximidades do vulcão.
A caminhada dura de três a quatro horas. O primeiro grupo a atingir a base perto do vulcão, trazido por uma operadora da Tanzânia, descreveu a experiência como 'além de todas as expectativas'.
Em 1989, uma erupção semelhante do Nyamulagira durou nove meses. Em janeiro de 2010, o Nyamulagira também entrou em erupção, mas por apenas alguns dias.
De acordo com o parque, as lavas aumentaram em intensidade, e são emitidas do interior do vulcão em colunas que superam os 200 metros de altura.
'Esta é definitivamente a erupção mais espetacular do Nyamulagira que eu já vi', disse o especialista do GVO que ajudou a escolher o local das tendas, Dario Tedesco.
'As lavas chegam a 200 metros, 300 metros, a proximidade e a disposição do campo, e o show incrível das luzes da lava incandescente tornam tudo muito especial.'
Devastada por 12 anos de conflito civil e instabilidade política, a República Democrática do Congo tem dedicado grande parte de suas atenções a reviver o turismo no país.
A maior atração do parque Virunga são os gorilas da montanha, consideradas uma espécie em risco de extinção no mundo. Estima-se que existem cerca de 790 sobreviventes, sendo que 480 estão na área de conservação entre o Congo, Ruanda e Uganda.
sábado, 8 de outubro de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
Erupção do vulcão Lokon já forçou a retirada de 4.600 pessoas na Indonésia
Número de pessoas retiradas duplicou nas últimas horas. Autoridades mantêm alerta vermelho desde segunda (11)
EFE | 16/07/2011 05:24
:
Mais de 4.600 pessoas já foram evacuadas na Indonésia desde que o vulcão Lokon, situado no norte das ilhas Célebes, entrou em erupção, na quinta-feira, informou neste sábado a imprensa indonésia.
O vulcão expeliu neste sábado colunas de fumaça e cinza que alcançaram 800 metros de altura. Nos últimos dois dias, o Lokon lançou pedras e lava a um quilômetro e meio de sua caldeira, o que gerou incêndios em florestas dos arredores.
O número de pessoas retiradas duplicou nas últimas horas por causa da crescente atividade do vulcão, onde as autoridades mantêm declarado o alerta vermelho desde segunda-feira (11).
O porta-voz do Centro Nacional de Gestão de Desastres, Sutupo Purwo Nugroho, disse que os afetados foram hospedados em seis centros de refugiados na localidade de Tomohon, próxima ao vulcão.
Nugroho também assinalou que "ninguém morreu pelo impacto direto da erupção", depois que uma mulher faleceu na sexta-feira após um ataque cardíaco quando era retirada da região.
A Cruz Vermelha indonésia distribuiu 15 mil máscaras contra a fumaça, informou a agência local "Antara". Cerca de 30 mil pessoas vivem nos arredores do Lokon, uma montanha de 1.580 metros de altura.
O Lokon, um dos 129 vulcões ativos na Indonésia atualmente, produziu cinco erupções nos últimos 20 anos.
A Indonésia se localiza dentro do denominado "Anel de Fogo do Pacífico", uma área de intensa atividade sísmica e vulcânica.
O vulcão expeliu neste sábado colunas de fumaça e cinza que alcançaram 800 metros de altura. Nos últimos dois dias, o Lokon lançou pedras e lava a um quilômetro e meio de sua caldeira, o que gerou incêndios em florestas dos arredores.
O número de pessoas retiradas duplicou nas últimas horas por causa da crescente atividade do vulcão, onde as autoridades mantêm declarado o alerta vermelho desde segunda-feira (11).
O porta-voz do Centro Nacional de Gestão de Desastres, Sutupo Purwo Nugroho, disse que os afetados foram hospedados em seis centros de refugiados na localidade de Tomohon, próxima ao vulcão.
Nugroho também assinalou que "ninguém morreu pelo impacto direto da erupção", depois que uma mulher faleceu na sexta-feira após um ataque cardíaco quando era retirada da região.
A Cruz Vermelha indonésia distribuiu 15 mil máscaras contra a fumaça, informou a agência local "Antara". Cerca de 30 mil pessoas vivem nos arredores do Lokon, uma montanha de 1.580 metros de altura.
O Lokon, um dos 129 vulcões ativos na Indonésia atualmente, produziu cinco erupções nos últimos 20 anos.
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Texto:
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terça-feira, 14 de junho de 2011
Nuvem de cinzas vulcânicas cobre parte de RS e SC, segundo FAB (Postado por Erick Oliveira)
A Força Aérea Brasileira divulgou que a nuvem de cinza do vulcão chileno Puyehue voltou a cobrir na manhã desta terça-feira (14) o céu de Porto Alegre (RS) e parte de Florianópolis (SC), segundo boletim emitido às 5h pelo Volcanic Ash Advisory Centres da Argentina, instituto responsável pelo monitoramento da situação no Cone Sul.
Devido à movimentação de uma nova nuvem de cinzas, a TAM voltou a cancelar nesta manhã seus voos com origem e destino para Montevidéu (Uruguai). Anteriormente, a companhia havia anunciado que retomaria as operações para o Uruguai.
As operações no aeroportos de Buenos Aires (Argentina) permanecem suspensas pelas companhias aéreas.
Conforme novo relatório divulgado às 10h pela Infraero, pelo menos 49 dentre os 845 voos nacionais previstos até o horário foram cancelados nos aeroportos brasileiros. Dentre os 60 voos internacionais agendados, 13 foram cancelados.
O Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP), é o que apresenta o maior número de voos internacionais com destino ao Cone Sul cancelados: foram 8 até o horário. Quatro chegadas que deveriam ocorrer procedentes de Montevidéu e Buenos Aires também não ocorreram. Uma partida da companhia Pluna para Montevidéu, no Uruguai, prevista para sair nesta madrugada também foi cancelada.
O aeroporto de Salvador, com seis partidas, tinha o maior número de voos cancelados dentre os voos domésticos. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, partidas com destino a Buenos Aires, na Argentina, e Montevidéu, no Uruguai, sofreram influência das cinzas do vulcão chileno Puyehue. No Rio, dois voos da Aerolíneas para Buenos Aires previstos para sair nesta manhã foram cancelados.
Salgado FilhoTodos os voos previstos para o Cone Sul foram cancelados no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, nesta terça-feira. Segundo a Infraero, quatro partidas previstas até as 10h não ocorreram, entre elas voos para Buenos Aires da TAM, Gol e Aerolineas Argentinas.
As companhias aéreas Aerolíneas Argentinas, Lan e Austral tiveram que cancelar a retomada de seus voos com origem e destino a Buenos Aires devido às cinzas do vulcão chileno Puyehue. A nuvem, resultado da erupção do vulcão há nove dias, ainda atrapalha a navegação aérea na região da Grande Buenos Aires.
A previsão é que os aeroportos de Ezeiza (periferia sul) e Aeroparque da Cidade de Buenos Aires, na capital argentina, permaneçam fechados até esta terça-feira (14). Mais cedo, a Associação Nacional de Aviação Civil (Anac) argentina chegou a reprogramar para a noite desta segunda-feira (13), às 21h, os voos que tinham sido cancelados .
Os voos comerciais nos aeroportos Jorge Newbery e Ezeiza (internacional) tinham sido suspensos na noite de domingo pela terceira vez em uma semana devido à nuvem de cinzas procedente do vulcão chileno Puyehue.
Devido à movimentação de uma nova nuvem de cinzas, a TAM voltou a cancelar nesta manhã seus voos com origem e destino para Montevidéu (Uruguai). Anteriormente, a companhia havia anunciado que retomaria as operações para o Uruguai.
As operações no aeroportos de Buenos Aires (Argentina) permanecem suspensas pelas companhias aéreas.
Conforme novo relatório divulgado às 10h pela Infraero, pelo menos 49 dentre os 845 voos nacionais previstos até o horário foram cancelados nos aeroportos brasileiros. Dentre os 60 voos internacionais agendados, 13 foram cancelados.
O Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP), é o que apresenta o maior número de voos internacionais com destino ao Cone Sul cancelados: foram 8 até o horário. Quatro chegadas que deveriam ocorrer procedentes de Montevidéu e Buenos Aires também não ocorreram. Uma partida da companhia Pluna para Montevidéu, no Uruguai, prevista para sair nesta madrugada também foi cancelada.
O aeroporto de Salvador, com seis partidas, tinha o maior número de voos cancelados dentre os voos domésticos. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, partidas com destino a Buenos Aires, na Argentina, e Montevidéu, no Uruguai, sofreram influência das cinzas do vulcão chileno Puyehue. No Rio, dois voos da Aerolíneas para Buenos Aires previstos para sair nesta manhã foram cancelados.
Salgado FilhoTodos os voos previstos para o Cone Sul foram cancelados no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, nesta terça-feira. Segundo a Infraero, quatro partidas previstas até as 10h não ocorreram, entre elas voos para Buenos Aires da TAM, Gol e Aerolineas Argentinas.
As companhias aéreas Aerolíneas Argentinas, Lan e Austral tiveram que cancelar a retomada de seus voos com origem e destino a Buenos Aires devido às cinzas do vulcão chileno Puyehue. A nuvem, resultado da erupção do vulcão há nove dias, ainda atrapalha a navegação aérea na região da Grande Buenos Aires.
A previsão é que os aeroportos de Ezeiza (periferia sul) e Aeroparque da Cidade de Buenos Aires, na capital argentina, permaneçam fechados até esta terça-feira (14). Mais cedo, a Associação Nacional de Aviação Civil (Anac) argentina chegou a reprogramar para a noite desta segunda-feira (13), às 21h, os voos que tinham sido cancelados .
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terça-feira, 7 de junho de 2011
Erupção de vulcão afeta voos internacionais do Brasil, diz Infraero (Postado por Erick Oliveira)
A Infraero em Brasília confirmou que os voos do Brasil para Argentina, Chile e Uruguai da manhã desta terça-feira (7) são prejudicados pela nuvem de cinzas do vulcão Puyehue, no Chile. No entanto, a empresa pública que opera os aeroportos no país ressalta que alguns voos podem ter sido suspensos por motivos específicos de cada companhia aérea.
Um voo da Lufthansa que partiu de Frankfurt, na Alemanha, com destino a Buenos Aires, pousou nesta manhã no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, São Paulo, como medida de prevenção.
Em São Paulo, três voos foram suspensos. Um da Aerolíneas com destino a Buenos Aires, previsto para as 10h45, e dois para Santiago (Chile) — o da TAM das 8h20 e o da Lufthansa das 8h20. A Lufthansa negou a suspensão por causa das cinzas.
Já a Infraero no Galeão afirmou que até o meio-dia desta terça serão quatro chegadas canceladas, três de Buenos Aires e uma de Córdoba, e cinco partidas suspensas, todas para Buenos Aires. Na parte da tarde, outro levantamento será feito sobre as condições de voo. No Galeão, as companhias aéreas que fazem rotas para a Argentina são Aerolineas, TAM e Gol.
O Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, no Rio, também é prejudicado. De acordo com a Infraero, até as 15h desta terça-feira estão canceladas oito partidas e seis chegadas, por falta de condições de visibilidade. Os destinos são Argentina e Uruguai. Ainda de acordo com a empresa, não há tumulto de passageiros no saguão do Tom Jobim. O movimento nesta época do ano é reduzido por ser baixa temporada.
Companhias aéreas
A TAM informou que nesta terça-feira os voos cancelados foram os seguintes: JJ 8045 (Montevidéo/ São Paulo-Guarulhos), com saída às 6h; JJ 8007 (Buenos Aires-Ezeiza / São Paulo-Guarulhos), com decolagem às 6h45; JJ 8001 (Buenos Aires-Ezeiza / Rio de Janeiro-Galeão), que decolaria às 6h30; e JJ 8009 (Buenos Aires-Ezeiza / São Paulo-Guarulhos), que partiria às 9h10.
A TAM afirma que providenciará alimentação e hotel para os passageiros em trânsito, que serão reacomodados nas próximas opções de voos disponíveis, após a reabertura dos aeroportos.
Em caso de dúvida, os clientes devem entrar em contato com a Central de Atendimento da TAM antes de se dirigirem ao aeroporto, de acordo com o país de embarque. Os números são os seguintes: Brasil (4002-5700 –capitais - e 0800-570-5700 - demais localidades), Argentina — (0 810 333 3333), Chile (56 2 6767 900) e Uruguai (000 4019 0223).
Em comunicado, a Lufthansa informou que o voo que partiu nesta segunda-feira (6) à noite de Frankfurt e foi preventivamente desviado para Cumbica ocorreu em razão "das informações recebidas sobre a nuvem de cinzas do vulcão chileno Puyehue-Caulle". De acordo com a companhia, os 294 passageiros foram acomodados em um hotel e ainda não há previsão de quando o voo seguirá para Buenos Aires.
A Aerolineas Argentinas comunicou, em seu site, que os voos afetados pelo vulcão são para a Argentina e Chile. Novo comunicado deve ser colocado no site da empresa ainda nesta terça.
Um voo da Lufthansa que partiu de Frankfurt, na Alemanha, com destino a Buenos Aires, pousou nesta manhã no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, São Paulo, como medida de prevenção.
Em São Paulo, três voos foram suspensos. Um da Aerolíneas com destino a Buenos Aires, previsto para as 10h45, e dois para Santiago (Chile) — o da TAM das 8h20 e o da Lufthansa das 8h20. A Lufthansa negou a suspensão por causa das cinzas.
Já a Infraero no Galeão afirmou que até o meio-dia desta terça serão quatro chegadas canceladas, três de Buenos Aires e uma de Córdoba, e cinco partidas suspensas, todas para Buenos Aires. Na parte da tarde, outro levantamento será feito sobre as condições de voo. No Galeão, as companhias aéreas que fazem rotas para a Argentina são Aerolineas, TAM e Gol.
O Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, no Rio, também é prejudicado. De acordo com a Infraero, até as 15h desta terça-feira estão canceladas oito partidas e seis chegadas, por falta de condições de visibilidade. Os destinos são Argentina e Uruguai. Ainda de acordo com a empresa, não há tumulto de passageiros no saguão do Tom Jobim. O movimento nesta época do ano é reduzido por ser baixa temporada.
Companhias aéreas
A TAM informou que nesta terça-feira os voos cancelados foram os seguintes: JJ 8045 (Montevidéo/ São Paulo-Guarulhos), com saída às 6h; JJ 8007 (Buenos Aires-Ezeiza / São Paulo-Guarulhos), com decolagem às 6h45; JJ 8001 (Buenos Aires-Ezeiza / Rio de Janeiro-Galeão), que decolaria às 6h30; e JJ 8009 (Buenos Aires-Ezeiza / São Paulo-Guarulhos), que partiria às 9h10.
A TAM afirma que providenciará alimentação e hotel para os passageiros em trânsito, que serão reacomodados nas próximas opções de voos disponíveis, após a reabertura dos aeroportos.
Em caso de dúvida, os clientes devem entrar em contato com a Central de Atendimento da TAM antes de se dirigirem ao aeroporto, de acordo com o país de embarque. Os números são os seguintes: Brasil (4002-5700 –capitais - e 0800-570-5700 - demais localidades), Argentina — (0 810 333 3333), Chile (56 2 6767 900) e Uruguai (000 4019 0223).
Em comunicado, a Lufthansa informou que o voo que partiu nesta segunda-feira (6) à noite de Frankfurt e foi preventivamente desviado para Cumbica ocorreu em razão "das informações recebidas sobre a nuvem de cinzas do vulcão chileno Puyehue-Caulle". De acordo com a companhia, os 294 passageiros foram acomodados em um hotel e ainda não há previsão de quando o voo seguirá para Buenos Aires.
A Aerolineas Argentinas comunicou, em seu site, que os voos afetados pelo vulcão são para a Argentina e Chile. Novo comunicado deve ser colocado no site da empresa ainda nesta terça.
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